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PERSONALIDADE: a importância de oferecer vivências para o desenvolvimento da personalidade de seu filho.25.05.15

Os pais e as mães amam seus filhos e desejam que cresçam plenos de saúde, não apenas em seus corpos. Querem que tenham também saúde intelectual e de caráter. Mandam os filhos à escola com este propósito: que eles sejam cidadãos integrais, com personalidade madura e comportamento ético. Ou seja, a felicidade dos pais torna-se plena quando os filhos conquistam seu espaço na sociedade e no mundo, tornando-se úteis para si e os outros, aptos a fazer um mundo melhor.

Na sociedade atual, o papel de bem conduzir os filhos não pode mais ser tarefa exclusiva de pais e mães. Então, os filhos vão à escola, a qual tem o dever de compartilhar os esforços. Segundo o professor de Filosofia do Curso Positivo e também coordenador de Filosofia e Sociologia do Colégio Positivo, Eduardo Emmerick, para entender esse contexto devemos voltar aos gregos, pois, há quase três mil anos, eles propunham isso. “As contribuições dos gregos, válidas até hoje, estavam contidas na expressão ‘conhecer-se para cuidar de si mesmo’, pois o cuidado de si era o mote básico: preparar jovens que conquistassem a autonomia, voltada para cuidar do corpo, da mente e do espírito de forma integral e integrada”, explica. “A educação era, para os gregos, tarefa de pais e educadores, mas responsabilidade do filho, beneficiário que devia assumir, progressivamente e cada vez mais, a tarefa para si (ser o educador de si mesmo)”, reforça Emmerick.

Os pais e os educadores estão atentos para o fato de que as empresas buscam pessoas com competências e não apenas com diplomas. Elas procuram gente capaz de dominar e entregar conhecimentos, habilidades e atitudes. Em outras palavras, querem identificar o que sabem, o que estão aptas a fazer e que valores governam sua ação como profissional e cidadão, na sociedade e no mundo.

De acordo com Emmerick, conhecimentos sofisticados e requintes técnicos não bastam. Alguém que tenha saúde corporal e formação técnica sofisticada pode ser profissional bem-sucedido que ganha muito dinheiro, mas, ainda assim, um ser mutilado se não for capaz de respeitar a si mesmo, os outros e a natureza. ”As famílias e as escolas já deram provas de que sabem dar plena conta das capacitações cognitivas (repassar conhecimentos/ fornecer habilidades técnico-operacionais). Agora, as atenções estão sendo voltadas para a formação da personalidade (atitudes sociais, nas dimensões moral, ética, de caráter e de cidadania)”, afirma.

Em estudo recente, cujo título original é “Como as crianças alcançam o sucesso”, Paul Tough aponta a relevância de se dar atenção à atitude como parte integrante do projeto pedagógico e das práticas de aprendizagem. A pesquisa chega a sugerir que o boletim escolar deveria mostrar notas não apenas de conhecimentos, mas também de caráter.

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