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Uma nota baixa pode ser o sinal Vermelho na vida do estudante.09.06.15

Entrega de boletins, reuniões em família, recuperação, castigos, choro e, em alguns casos, desespero. Isso é o que acontece com algumas famílias a cada final de bimestre. Uma verdadeira novela, que nem sempre acaba bem. Mas há algumas atitudes, que se forem tomadas a tempo, podem mudar o enredo e, principalmente, deixar essa história com um final feliz.

Cada decepção com uma nota abaixo da média é uma oportunidade de rever conceitos e  hábitos, estabelecer estratégias em família, para que o estudante, o verdadeiro protagonista dessa história, seja assertivo em suas ações para desenvolver plenamente o seu potencial. Quem afirma isso é a gestora de nível do Ensino Fundamental 1 do Colégio Positivo Jardim Ambiental, Debora Creti. Ela explica que é importante, antes de tudo, que os pais participem da vida acadêmica de seus filhos não apenas na entrega do boletim. “Isso porque um bom estudante não se faz apenas na semana de provas ou de recuperação, mas é fruto de rotina, perseverança e dedicação”, explica.

Segundo ela, uma dica importante para os pais é estabelecer metas de comum acordo com os filhos, observar os  resultados e o rendimento escolar, sempre respeitando as características e ritmo de cada criança ou adolescente. É importante também evitar comparações entre os irmãos ou filhos de amigos ou vizinhos. “Se mesmo assim as notas baixas acontecerem, o acolhimento e a compreensão é o melhor caminho. Os castigos desprovidos de sentido ou de relação com o estudo não contribuem para a autonomia e a formação dos hábitos de estudo. O ideal é ter uma  conversa franca com os filhos, para deixar claro o que se espera deles como estudantes. Os pais não podem esquecer que os erros fazem parte dessa caminhada e que o esforço contribui para o desenvolvimento e progresso”, alerta.

ROTINA E BOM RESULTADO

Outro fator importante nesse processo é reservar um ambiente estável e organizado para o estudo. Um local longe de barulho, com luz adequada e com pouco movimento facilita a concentração. Tudo isso tem como objetivo alcançar notas boas e, lógico, uma boa aprendizagem. O estudante deve ter uma rotina diária, com horário definido para se dedicar aos estudos e às tarefas escolares, respeitando as condições físicas da criança ou do adolescente. “É muito importante elogiar as conquistas, mesmo que sejam simples, prestigiar as pesquisas e supervisionar todo o processo de execução, mas nunca fazer por eles. Quando se recusarem, por algum motivo, a fazer a tarefa, é preciso ser firme, mas incentivar a capacidade do estudante e orientá-lo na questão da responsabilidade pelos deveres”, orienta a gestora.

ESCOLA E FAMÍLIA JUNTAS

Para que o resultado seja positivo, é preciso que a relação entre família e escola seja cada vez mais estreita. Essa parceria contribui para que exista confiança de ambos os lados. A família deve acompanhar o desenvolvimento dos filhos, conhecendo os objetivos do ano escolar e analisando as dificuldades. Também é necessário estabelecer um diálogo aberto com a equipe pedagógica, principalmente quando as dificuldades surgirem. Todas as ações vão contribuir para que a criança ou o adolescente, protagonista dessa história, não seja o vilão. Mas ele precisa entender que tirar boas notas é somente uma parte de todo o processo. O que realmente importa é que ele ganhe conhecimento e confiança, e que cada experiência sirva para moldar de forma positiva o seu caráter.

Débora Créti, gestora de nível do Ensino Fundamental.

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