Desmatamento e a Malária24.02.14
Desmatamento e a Malária
O secretário nacional de vigilância em saúde do ministério da saúde confirmou que os desmatamentos geram forte pressão para o crescimento da malária no Amazonas e em Rondônia […] No Amazonas, 40% dos casos ocorrem em Manaus, onde florestas são derrubadas para das lugar a favelas. A capital é a campeã de casos de malária de caos de malária no país, e a cada cinco casos, um ocorre em cada cidade.
Em Rondônia, os desmatamentos se concentram em seis municípios, responsáveis pela exploração ilegal de madeira, entre eles Buritis, onde se registram 33% das ocorrências de malária no Estado.
Segundo especialistas, o mosquito anofelino, conhecido como ”prego” ou ”sovela”, tem na floresta amazônica seus ambiente natural seu ambiente natural. A derrubada de árvores e o represamento de rios e igarapés favorecem a proliferação de mosquito, que usa água para e limpa para se reproduzir.
As alterações ambientais provocaram a dispersão do mosquito para as áreas urbanas. O ciclo de transmissão começa quando um mosquito pica uma pessoa contaminada. ”Toda vez que são feitas ações de desenvolvimento econômica sem levar em conta a sustentabilidade ambiental,que se desmata,que milhares de famílias são transferidas sem infraestrutura, a gente tem uma forte pressão pela produção de malária”, afirmou Jarbas Barbosa de Ministério da Saúde. […]





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